Souks de Marraquexe

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Olá amigos,

Na sequência do meu ultimo post relativo à visita a Marraquexe, deixo-vos aqui com um segundo video, este dedicado aos Souks.

Os Souks de Marraquexe é uma cidade dentro da cidade, com vida própria, onde se mistura comercio, vivencias, profissões, tudo o que se possa imaginar dentro de ruas apertadas e sempre cheias de gente.

Espero que gostem.

Beijos e abraços.

Marraquexe, Atlas, Deserto

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Olá amigos,

O tempo de férias está a chegar e é sempre bom vermos recomendações de lugares para conhecer.

A minha sugestão de hoje é Marrocos, nomeadamente Marraquexe, as montanhas do Atlas e o deserto que tive oportunidade de visitar recentemente.

Espero que gostem.

Beijos e abraços.

Auschvitz – Birkenau

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Olá amigos,

Para terminar a incursão pelas paragens da Polónia, sugiro uma visita aos campos de concentração de Auschvitz – Birkenau.

Uma viagem que nos inspira respeito, e nos faz pensar que tipo de animal é o ser humano.

Até à próxima.

Cracóvia

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Olá amigos

Hoje proponho-vos a visita a uma das cidades mais bonitas e bem conservadas da Polonia.

Realço o centro histórico, a beleza e riqueza das suas igrejas, e o magnifico Bairro Judeu, onde se inclui a fabrica de Schindler, tornada conhecida e famosa no filme de Steven Spielberg “A Lista de Schindler”

Espero que gostem.

(Com som)

Minas de Regoufe

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Olá amigos,

Hoje proponho-vos uma visita a um lugar pouco conhecido, mas cheio de história.

Refiro-me às Minas de Regoufe, localizadas no Arouca GeoPark, e que no tempo da II Guerra Mundial, foram exploradas pelos Ingleses para a extração do volfrâmio, minério muito importante para o esforço da guerra.

Vale a pena uma visita.

Serra da Freita

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Olá amigos,

Estamos em pleno período de férias e, como tal, nada melhor do que uma sugestão de passeio em Portugal

Desta vez sugiro uma visita à Serra da Freita, nomeadamente aos Passadiços do Paiva.

Vejam o video e inspirem-se.

Beijos e abraços

Tripés – O que é preciso saber.

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Na sequência de um workshop que realizei recentemente, verifiquei que ainda há bastantes fotógrafos que, apesar de usarem tripés, ainda não conhecem todas as potencialidades destes equipamentos para o acto de fotografar.

Vamos então explorar um pouco este tema para ajudar a quem pense adquirir um tripé, ou ajudar a usar melhor os que já possuem.

Como o próprio nome diz, o tripé é constituído por 3 pés que são os elementos mais volumosos do equipamento.

A escolha do tripé deve ter em conta 3 aspectos principais: O peso, a robustez, e o preço. E todos estes elementos são influenciados directamente pelo tipo de material em que o tripé é construído.

Materiais

Aço

Os tripés construídos em aço são por norma os mais robustos mas são, de longe, os mais pesados. Por esse motivo só se costumam usar tripés de aço em estúdio, ou no exterior em situações que tenham uma utilização essencialmente estática. Para uso exterior em que o fotógrafo se desloque regularmente, está fora de causa.

Plástico

Na realidade existem tripés de plástico mas normalmente são de pequena dimensão e são usados para bloguers para suportarem máquinas de dimensões mais reduzidas. Existem igualmente tripés de plástico regulável, por exemplo da marca Gorilla, que se prestam para se ‘enrolarem’ num ponto de suporte para fixação menos ortodoxas.

Tripés longos com pernas de plástico, apesar de poderem ser baratos, definitivamente não são recomendáveis porque acabam por ser muito instáveis e frágeis.

Alumínio

 No mundo dos tripés, o alumínio é o cavalo de batalha definitivo. Possui uma excelente relação resistência / peso, e encontram-se muitas opções em termos de escolhas e preços.

É claramente o que apresenta a melhor relação entre rigidez, peso e preço.

Fibra de Carbono

A fibra de carbono é um material leve, forte e extremamente resistente à corrosão, tornando-o perfeito para as pernas do tripé.

No entanto, sendo forte em termos intrínsecos, a sua leveza pode ser um handicap em situações de exterior com muito vento, obrigando por vezes a pendurar algo pesado no tripé para ganhar estabilidade.

 Voltando aos nossos três aspectos principais para tripés, enquanto os tripés de fibra de carbono são fortes e leves, geralmente não são baratos.

Em resumo, cabe a cada fotógrafo, mediante o uso que maioritariamente irá fazer do tripé, escolher a melhor opção de material de construção.  

Mecanismos de bloqueio

Para oferecer portabilidade, as pernas do tripé geralmente apresentam seções dobráveis ou telescópicas, sendo a grande maioria da última variedade. Isso significa que essas seções das pernas possuem algum tipo de mecanismo de bloqueio. Em geral, existem dois tipos principais de bloqueio.

Fechadura de alavanca

Este tipo de fechadura é um mecanismo de bloqueio que se abre para liberar a seção da perna do tripé e se move para baixo para prendê-lo no lugar.

Esses bloqueios permitem a montagem do tripé rápida e facilmente, e quando começam a ganhar folga, têm parafusos de aperto que permitem afinar a força do bloqueio

Fechadura de torção

As fechaduras de torção funcionam como roscas que apertam as pernas do tripé. Rodam numa direcção para destravar, e na direcção oposta para prender.

Os bloqueios de torção geralmente têm menos probabilidade de falhar devido a impurezas e areia sobre os bloqueios de alavanca. No entanto, quando começam a ganhar folga, são mais difíceis de afinar, obrigando a fazer mais força para travar as pernas.

Coluna central

Uma coluna central permite ao fotógrafo aumentar a altura do tripé depois de posicionar as pernas na sua extensão máxima.

As colunas centrais também adicionam versatilidade aos recursos do tripé, porque muitas delas permitem serem colocadas na horizontal, ou mesmo colocadas ao contrário, ou seja, de ‘cabeça para baixo’ permitindo fotografar com a máquina praticamente rente ao chão.

 

Cabeças de Tripé

Por fim abordamos um dos elementos mais importantes de um tripé, apesar de não fazer parte integrante deste, a cabeça do tripé.

E dizemos que não faz parte integrante porque, num bom tripé, devemos ter a liberdade de escolha dos pés (o tripé propriamente dito) e da cabeça do tripé.

Em termos de cabeça de tripé, existem diversas opções, contudo as mais usuais são:

Cabeça de Bola

Este tipo de cabeças é formado por uma bola que roda livremente dentro de um encaixe. Este mecanismos permite muita flexibilidade no posicionamento da máquina, no entanto obriga-nos a ter um cuidado extra para confirmar que a máquina está alinhada (horizontalmente ou verticalmente).

Outro aspecto que devemos ter em atenção neste tipo de cabeças é a rigidez do bloqueio da bola já que, sobretudo com máquinas pesadas e cabeças de qualidade inferior, com o tempo a bloqueio tem tendência a ganhar folga e não conseguimos prender a máquina na posição que pretendemos.

Cabeça de 3 eixos.

Estas cabeças, como o próprio nome indica, tem o suporte da máquina apoiado numa base que pode rodar em 3 eixos independentes, cada um regulado por uma maçaneta de aperto independente.

Podendo ser uma cabeça em que o posicionamento da máquina requeira mais manuseamento do que numa cabeça de bola, contudo tem a vantagem de, em termo de alinhamento ser mais fácil de conseguir, até porque maior parte delas possui uma bolha de nível na sua base.

Igualmente ao possuir 3 maçanetas de aperto independentes, acaba por ser mais fácil bloquearmos a máquina na posição pretendida.

Mais uma vez a escolha da cabeça tem a ver com o gosto do fotógrafo, sendo que a recomendação é que se escolha uma cabeça que garanta que suporta o peso do nosso equipamento, incluindo lentes telezoom, que são sempre mais pesadas.

E pronto, espero que estas explicações vos permitam escolher melhor o tripé que responda às vossas necessidades.

Qualquer dúvida é só dizerem e estamos cá para ajudar.

Beijos e abraços.

Fotografia de Viagem

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(Video com som)

Olá amigos,

O tempo de férias aproxima-se e, com isso, a marcação de viagens para sítios distantes (ou não) é usual nesta altura. O problema do vírus pode ser uma condicionante nesta altura mas, mais tarde ou mais cedo, voltaremos às viagens para lugares que sempre quisemos descobrir.

E para um fotografo a adrenalina de conhecer novos locais é sempre maior porque os sentidos estão mais dispertos para o que os nossos olhos vêem.

Se, por um lado, a sensação de descoberta é óptima para a nossa criatividade fotográfica, a tentação de ‘disparar’ para ‘tudo o que mexe’ também é grande e leva-nos a dispersar a atenção e o cuidado na escolha dos assuntos a fotografar.

Para evitar essa dispersão, vou-vos dar algumas dicas que podem ser uteis quando fizerem fotografia de viagem, e assim conseguirem trazer para casa algumas fotos que nos vão orgulhar.

– Antes de viajar convém fazer uma busca sobre o local que vamos conhecer. Perceber o que iremos encontrar e, se possível, ver algumas fotos dos locais para começar a construir algumas ideias fotográficas.

– Se o local for muito atractivo para fotografar, tente restringir-se a 2 ou 3 temas e foque-se em construir uma ‘boa’ história com esses temas. Isto não implica que não possa fotografar outras coisas que lhe chame a atenção, mas não se disperse, e explore bem os temas seleccionados.

– Mais vale gastar mais tempo fotografando o(s) assunto(s) escolhido(s), do que ‘desperdiçar’ tempo em muitos assuntos.

– Este último ponto é importante porque, como todos sabemos, nem sempre o que os nossos olhos abarcam é o que queremos mostrar nas fotos. Só com tempo conseguimos visualizar o enquadramento da foto separando-a de todo o ambiente.

– Quando visitamos locais muito populares, cheios de turistas, por vezes é muito difícil fotografar o que queremos sem a presença de estranhos nas fotos. Não quer dizer que tenhamos que fotografar sem enquadramos ninguém, mas a presença excessiva de pessoas pode ‘ofuscar’ o motivo principal da foto. Daí a forma como enquadramos os assuntos deve ser bem pensada, escolhendo o que queremos incluir, mesmo sacrificando uma perspectiva melhor, para podermos excluir o que não nos interessa.

– Uma tentação que todos temos é fazer ‘aquela’ foto tipo postal que já vimos milhares de vezes. Não tenho nada contra esse tipo de fotos porque também as faço, contudo não devemos ficar por aí. Devemos fazer mais fotos do assunto procurando ângulos diferentes, tentar fotografar na horizontal mas também na vertical, uma foto de pormenor ou tipo abstracto, qualquer coisa que seja diferente do habitual e, de certeza, vamos fazer uma foto que nos vai agradar porque é diferente do postal que fizemos no início.  

Poderia dar muitas mais dicas, mas o tema da fotografia de viagem não se esgota num post e, de certeza, voltaremos a ele no futuro.

Apenas para ilustrar o que acabei de dizer, incluo aqui um vídeo sobre uma monumental obra de Gaudi – A Sagrada Família, em Barcelona – que tive oportunidade de visitar no ano passado. 

Apesar de Barcelona ter milhentos temas para fotografar, a Sagrada Família foi um dos temas que escolhi antecipadamente para dedicar o meu tempo fotograficamente.

 Espero que gostem, e que o post seja útil para as vossas próximas viagens.

Beijos e abraços.

Como uma foto se destaca

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Hoje vou abordar um tema que tem muito de subjectividade, mas também curiosidade, ou seja, tentar perceber como há fotos que se destacam versus outras que são ‘apenas’ boas fotos.

E para servir de suporte a algumas das ‘regras’ que vou descrever, e que empiricamente são consideradas importantes para destacar a composição, vou usar uma foto que fiz há mais de 12 anos, altura em que ainda fotografava muito por instinto, sem muita preocupação sobre as ‘regras’ que irei abordar a seguir.  

A foto chama-se ‘Sob tempestade’ e, como podem ver, retracta dois pescadores, num fim de tarde, quando se aproxima uma tempestade.  

 Quero chamar a atenção que ponho ‘regras’ entre aspas porque na fotografia não há regras rígidas, apenas orientações que podem ajudar a melhorar, ou não, a foto.

Escolhi esta foto, não porque tive a preocupação de usar uma que ‘encaixasse’ nas ‘regras’, mas antes uma foto que foi premiada num concurso de fotografia realizado pela Camara de Cascais em 2009. Se ela foi destacada, não por mim, mas por um júri de um concurso, então vale a pena estudá-la para tentar perceber os motivos do seu destaque.

Para isso vou usar algumas das tais ‘regras’ empíricas que nos ajudam a fazer grandes fotos.

– Simplicidade – Diz-se que, quanto mais simples for a foto, mais forte ela pode ser. No caso da foto, ela é simples porque tem poucos elementos relevantes. Apenas os dois pescadores, e uma tempestade que se aproxima com o Sol a rasgar a nuvens. Não temos mais elementos distractivos.  

– Foto equilibrada – Dizemos que uma foto está equilibrada quando os elementos relevantes da foto não se encontram todos ‘encostados’ a um lado da foto deixando o outro lado algo vazio. Como vemos na divisão que fiz, verificamos que o lado esquerdo é quase um espelho do lado direito, ou seja, está perfeitamente equilibrada. Como disse, normalmente não é preciso seguir este rigor no equilíbrio mas, neste caso, a imagem proporcionava-se a este enquadramento equilibrado.

– Regra dos terços – Uma velha ‘regra’, que já vem dos tempos da pintura, e que diz que os elementos relevantes da imagem devem ficar sobre as linhas que formam uma grelha com nove espaços iguais. Como vemos acima, a foto não obedeceu exactamente ao que diz a ‘regra’ mas não ficou muito longe, estando os dois pescadores próximos das linhas verticais, e o Sol quase sobre a linha horizontal superior. As ‘regras’, como disse, devem servir apenas de orientação, que é o que acontece neste caso.

– Perspectiva – Todos sabem que a fotografia é uma representação bidimensional do mundo tridimensional.  Cabe ao fotógrafo tentar representar essa tridimensionalidade na foto, e isso consegue-se através da perspectiva. Essa perspectiva foi criada na foto dando realce ao tamanho dos pescadores em primeiro plano (ocupam quase a totalidade da altura da foto) versus o Sol que se encontra lá longe no horizonte. Se compararmos o tamanho de um homem versus o tamanho do Sol, nem tem comparação, contudo na foto os homens são ‘maiores’ do que o Sol. É esta perspectiva que cria a profundidade da foto, a sua tridimensionalidade.       

– Contraste Claro /escuro – O uso do contraste entre as zonas mais claras e mais escuras de uma foto tem como efeito transmitir mais calma quando esse contraste é suave ou, pelo contrário, criar um ambiente de tensão quando o contraste é mais acentuado. No caso da foto o elevado contraste entre o Sol brilhante a rasgar as nuvens e os perfis escuros, quase silhuetas, dos pescadores criam um clima de tensão, propicio a quem quer documentar a aproximação de uma tempestade.

– Capturar o momento – O saber esperar pelo momento certo para fazer o registo e assim potenciar a história, é um elemento essencial para uma grande foto. Associado ao momento deve-se ter a preocupação de o ‘encaixar’ na moldura da fotografia, usando algumas das orientações que referi acima. Na foto em análise, além de todos os aspectos de enquadramento que já falei, houve a preocupação por esperar o momento em que o Sol apareceu na nesga entre as nuvens e o horizonte. Podia não ter aparecido, e as nuvens taparem até ao horizonte o que, mesmo seguindo todas as ‘regras’ anteriores, sem aquele momento do Sol a brilhar, nunca conseguiria uma foto com o impacto que esta tem. Ainda bem que apareceu !!        

Recapitulando, as ‘regras’ não são para seguir à risca e, por vezes, se as quebrarmos até conseguimos fotos espectaculares, contudo é sempre bom tê-las no nosso baú de recursos para nos ajudarem a fazer a foto que se destaca.

Meus amigos, estas e muitas outras orientações para fazermos grandes fotos são abordadas nos Workshops de Fotografia que a Photofinders promove. Se queres desenvolver os teus conhecimentos nesta área, vai ao site do Photofinders e assinala que estás interessado nas nossas acções de formação para rapidamente as pormos em prática.   

Espero que o post tenha sido útil e desperte a vossa curiosidade, e até ao próximo.

Beijos e abraços.